
Etapas do tratamento da água
1.captação
2.floculação
3.decantação
4.filtração
5.desinfecção
6.alcalinização
7.fluoretação
8.destribuição


O Greenpeace está pressionando o G8 para que os países industrializados assumam a liderança e se comprometam a cortar 30% das emissões até 2020 e de 80% a 90%, até 2050, em relação aos níveis de 1990.
"Enquanto as geleiras no Ártico estão derretendo, o G8 está adiando as medidas reais de redução das emissões. Com esse anúncio de reduzir em 50% em 2050, os líderes dos países desenvolvidos deram ao mundo nada mais do que belas palavras. Nesse ritmo, nós não teremos tempo de evitar o caos que será provocado pelas mudanças climáticas", afirma Daniel Mittler, especialista em clima do Greenpeace Internacional.
"Os anos 2050 serão um pesadelo se o mundo não fizer uma revolução energética baseada em fontes renováveis e no aumento da eficiência. O homem do petróleo texano, no entanto, conseguiu postergar as ações que o mundo precisa", completa Mittler.
O pacote de maldades não pára por aí. Nesta terça-feira, os Estados Unidos farão uma proposta 'pra lá' de indecente, que tem o claro objetivo de atrapalhar os acordos que já estão sendo encaminhados. Eles querem promover uma reunião com as maiores potências do mundo, sem a participação dos pequenos países que já estão sendo afetados pelos efeitos das mudanças climáticas.
"Aqueles que já carregam o fardo da mudança do clima hoje devem ter sempre um lugar à mesa, especialmente os países menos desenvolvidos e os pequenos Estados insulares em desenvolvimento. Excluir os mais vulneráveis não é maneira de contribuir para um significativo e verdadeiro acordo global em Copenhague em 2009", completou Mittler.
Conforme previsto, a cúpula do G8 não foi além do óbvio. Na análise do Greenpeace, o término da reunião na Alemanha foi marcado pela falta de metas concretas dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia para combater o aquecimento global.
A afirmação da cúpula sobre a necessidade de uma “redução substancial” da emissão dos gases de efeito estufa foi considerada redundante e vazia pelo Greenpeace, especialmente após a divulgação do relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas) no início deste ano. “Os últimos 15 anos nos ensinaram que compromissos voluntários simplesmente não funcionam, daí a importância das metas para o desenvolvimento de ações urgentes. Declarações vazias não ajudarão em nada”, lamenta Marcelo Furtado, diretor de campanhas do Greenpeace no Brasil.
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A locução aquecimento global refere-se ao aumento da temperatura média dos oceanos e do ar perto da superfície da Terra que se tem verificado nas décadas mais recentes e à possibilidade da sua continuação durante o corrente século.
Se este aumento se deve a causas naturais ou antropogênicas (provocadas pelo homem) ainda é objeto de muitos debates entre os cientistas, embora muitos meteorologistas e climatólogos tenham recentemente afirmado publicamente que consideram provado que a ação humana realmente está influenciando na ocorrência do fenômeno. O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988, no seu relatório mais recente[1] diz que grande parte do aquecimento observado durante os últimos 50 anos se deve muito provavelmente a um aumento do efeito estufa, causado pelo aumento nas concentrações de gases estufa de origem antropogênica (incluindo, para além do aumento de gases estufa, outras alterações como, por exemplo, as devidas a um maior uso de águas subterrâneas e de solo para a agricultura industrial e a um maior consumo energético e poluição).
Fenômenos naturais tais como variação solar combinados com vulcões provavelmente levaram a um leve efeito de aquecimento de épocas pré-industriais até 1950, mas um efeito de resfriamento a partir dessa data.[2][3] Essas conclusões básicas foram endorsadas por pelo menos 30 sociedades e comunidades científicas, incluindo todas as academias científicas nacionais dos principais países industrializados. A Associação Americana de Geologistas de Petróleo,[4][5] e alguns poucos cientistas individuais não concordam em partes.[6]
Modelos climáticos referenciados pelo IPCC projetam que as temperaturas globais de superfície provavelmente aumentarão no intervalo entre 1,1 e 6,4 °C entre 1990 e 2100.[7] A variação dos valores reflete no uso de diferentes cenários de futura emissão de gases estufa e resultados de modelos com diferenças na sensibilidade climática. Apesar de que a maioria dos estudos tem seu foco no período de até o ano 2100, espera-se que o aquecimento e o aumento no nível do mar continuem por mais de um milênio, mesmo que os níveis de gases estufa se estabilizem.[8] Isso reflete na grande capacidade calorífica dos oceanos.
Um aumento nas temperaturas globais pode, em contrapartida, causar outras alterações, incluindo aumento no nível do mar e em padrões de precipitação resultando em enchentes e secas[9]. Podem também haver alterações nas freqüências e intensidades de eventos de temperaturas extremas, apesar de ser difícil de relacionar eventos específicos ao aquecimento global. Outros eventos podem incluir alterações na disponibilidade agrícola, recuo glacial, vazão reduzida em rios durante o verão, extinção de espécies e aumento em vetores de doenças.
Incertezas científicas restantes incluem o exato grau da alteração climática prevista para o futuro, e como essas alterações irão variar de região em região ao redor do globo. Existe um debate político e público para se decidir que ação se deve tomar para reduzir ou reverter aquecimento futuro ou para adaptar às suas conseqüências esperadas. A maioria dos governos nacionais assinou e ratificou o Protocolo de Quioto, que visa o combate à emissão de gases estufa.
Tirado do site http://pt.wikipédia.org.br